18/06/2024
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Leitura: 6 min

Sistema Financeiro Nacional (SFN): estrutura e importância

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) mantém as finanças do país funcionando com segurança e eficiência. Para isso, ele é composto por várias instituições, diretrizes e ativos regulamentares que trabalham juntos.

A função principal do SFN para as empresas é oferecer acesso a recursos financeiros, como empréstimos, para que elas cresçam e operem. 

Além disso, ele facilita pagamentos e transações financeiras, oferece seguros para proteger contra riscos e fornece orientações sobre questões do setor.

Neste material, entenda mais sobre o SFN e qual sua relação com as corporações. Continue a leitura!

O que é o Sistema Financeiro Nacional?

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é como um grande time de instituições financeiras e regras que trabalham conjuntamente para manter o dinheiro nacional em movimento.

Assim, o SFN conecta empresas que precisam de recursos, chamados de tomadores de crédito, com quem têm dinheiro para emprestar, os poupadores

Por exemplo, se uma corporação precisa de recursos para expandir suas instalações, ela pode recorrer ao SFN.

Como funciona?

O funcionamento do SFN pode ser resumido em algumas etapas:

  • intermediação financeira: as empresas do mercado financeiro recebem dinheiro de clientes que desejam poupar e o disponibilizam para quem precisa de recursos;
  • regulação e supervisão: os órgãos reguladores definem regras e fiscalizam as atividades das instituições financeiras;
  • oferta de produtos e serviços: as entidades financeiras oferecem diversos produtos e serviços financeiros para atender às necessidades dos clientes, como crédito;
  • negociação de ativos: a Bolsa de Valores facilita os investimentos, permitindo que investidores comprem e vendam títulos e valores mobiliários.

Além disso, vale ressaltar os pilares que o compõem:

  • instituições financeiras: disponibilizam produtos e serviços financeiros, como empréstimos, contas bancárias, investimentos e seguros;
  • reguladores e órgãos governamentais: criam diretrizes para garantir que o setor financeiro opere com segurança e eficiência;
  • clientes: pessoas físicas e jurídicas que utilizam os serviços oferecidos pelo SFN, como empresas que precisam de financiamento.

Qual é sua função?

O Sistema Financeiro Nacional visa proporcionar acesso a recursos financeiros de forma segura e eficaz.

Intermediação financeira

O SFN atua como um intermediário entre quem tem dinheiro para emprestar e quem precisa dele. 

Por exemplo, quando uma empresa precisa de financiamento para expandir suas operações, ela pode recorrer a um banco pertencente ao SFN para solicitar um empréstimo.

Fiscalização e regulamentação

Esse sistema regula e supervisiona as atividades financeiras para garantir que sejam realizadas com segurança e transparência. Isso protege as empresas e os consumidores de fraudes e outras práticas prejudiciais.

Controle da emissão e circulação de moeda

O SFN monitora a emissão e a circulação de moeda no país, garantindo a estabilidade econômica e evitando problemas como a inflação descontrolada

Afinal, ela ocorre quando há um crescimento excessivo na quantidade de dinheiro disponível. Isso leva a um aumento geral e persistente nos preços dos bens e serviços.

Facilitação de investimentos e pagamentos

O Sistema Financeiro Nacional oferece inúmeros produtos e serviços financeiros que auxiliam as empresas em suas operações diárias. 

Isso inclui facilidade de pagamentos, investimentos em diferentes instrumentos financeiros e acesso a linhas de crédito para investimentos.

Quais são os órgãos normativos do SFN?

Os órgãos normativos do SFN definem as regras e políticas que guiam o funcionamento do sistema financeiro brasileiro. São eles:

  • Conselho Monetário Nacional (CMN): define as diretrizes gerais da política monetária e cambial do país, como controle da inflação, regulamentação do sistema financeiro e estabelecimento das taxas de juros;
  • Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP): regula e supervisiona o mercado de seguros privados, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros;
  • Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC): responsável por monitorar e fiscalizar as entidades fechadas de previdência complementar, como fundos de pensão.

Quais são os órgãos supervisores do SFN?

Os órgãos supervisores do SFN garantem a estabilidade e a segurança do sistema. É o caso do:

  • Banco Central do Brasil (Bacen): monitora e supervisiona as instituições financeiras, como bancos comerciais e cooperativas de crédito;
  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM): regula e vigia o mercado de valores mobiliários no Brasil, incluindo ações, títulos de dívida e fundos de investimento. Um exemplo é a CVM 175;
  • Superintendência de Seguros Privados (SUSEP): monitora e supervisiona o mercado de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros;
  • Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc): controla e fiscaliza as entidades fechadas de previdência complementar, como os fundos de pensão.

Quais são os órgãos operadores do SFN?

Os órgãos operadores do SFN fornecem diversos serviços e produtos financeiros para atender às necessidades das empresas e dos consumidores. Eles incluem:

  • bancos: oferecem diversos serviços, como contas correntes, empréstimos, financiamentos, investimentos e produtos de seguros;
  • Bolsa de Valores: onde são negociados títulos e valores mobiliários, como ações de empresas, títulos públicos e debêntures;
  • bolsas de mercadorias e futuros: onde são negociados contratos futuros e outros produtos derivativos, como commodities agrícolas, metais e energia;
  • Caixa Econômica Federal (CEF): instituição financeira estatal que oferece uma variedade de serviços bancários;
  • cooperativas de crédito: associados que colaboram entre si para oferecer serviços bancários, como empréstimos e contas correntes;
  • corretoras e distribuidoras: intermedeiam negociações de títulos e valores mobiliários;
  • entidades abertas de previdência: oferecem planos de previdência privada;
  • entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão): gerenciam planos de previdência complementar para funcionários de empresas ou setores específicos;
  • seguradoras e resseguradoras: oferecem seguros para proteger indivíduos e empresas contra riscos financeiros, como acidentes;
  • sociedades de capitalização: disponibilizam produtos de capitalização, onde o cliente faz pagamentos periódicos e concorre a sorteios de prêmios;
  • instituições de pagamento: oferecem serviços de pagamentos, como transferências eletrônicas, cartões de débito e crédito, e pagamentos eletrônicos;
  • demais instituições não bancárias: incluem diversas outras entidades financeiras, como empresas de leasing, factoring, securitizadoras, entre outras, que oferecem serviços financeiros especializados.

Qual é a importância do Sistema Financeiro Nacional?

O Sistema Financeiro Nacional é fundamental no apoio ao crescimento e desenvolvimento das empresas

Isso ocorre ao facilitar o acesso a recursos financeiros, fornecer serviços financeiros essenciais e ajudá-las a gerenciarem riscos e investirem para o futuro.

Além disso, contar com um aliado especialista em soluções financeiras pode otimizar ainda mais seus processos. 

Esse é o caso da Dimensa e sua tecnologia inovadora para gestão de pagamentos e muito mais em plataformas completas.

O Sistema Financeiro Nacional, portanto, é essencial para os negócios. Afinal, ele facilita pagamentos, oferece produtos de seguro, oportunidades de investimento e contribui para a estabilidade econômica.

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Em resumo

Qual é o Sistema Financeiro Nacional?

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é o conjunto de instituições, normas e reguladores que gerenciam as finanças do país. Isso ocorre ao oferecer acesso a recursos, facilitar transações e garantir estabilidade econômica para a empresa.

Qual é a função do Sistema Financeiro Nacional?

A função do Sistema Financeiro Nacional é garantir que as empresas tenham acesso aos recursos financeiros, simplificar as operações e criar um ambiente econômico estável.

crédito da imagem: Freepik

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